quinta-feira, 28 de abril de 2011

Noite de quinta.

Estava tão acostumada a viver só,
que quando recebeu companhia
se sentiu mais vazia.

sábado, 23 de abril de 2011

Paz.

E foi da má vontade que surgiu o desejo.
Das brigas fáceis, o aconchego.
E mesmo que o sol amanheça pra mim em outro lugar,
que a distância arrede meu sorriso do seu olhar,
tudo ao seu amor serei fiel.
Contarei as luas de manhã,
as noites claras, vazias e sãs.
Contarei os dias, horas, segundos,
pra que eu possa te dar o mundo.
Contarei ao vento, céu e luar,
que eu vim mesmo nessa vida,
somente pra te amar.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Esquinas.

No fundo dos olhos encontro suspense.
Sorriso desesperado te cai de repente.
Me olha com gosto procurando cinema.
Se encontra de novo num breve dilema.
Beija meus olhos, sossega minha boca.
Me 'ranca' arrepios, me chama de louca.
E tanta distância me parece tão pouca.
Porque quando te vejo, me perco toda.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

(...)

Quem sabe algum dia
Os dias não trariam até aqui
O eco do vento,
Ou até os ventos trariam
Uma descoberta,
Ou as descobertas se possível
Trariam um finzinho de dia
E os diaaaaas...
Nada mais que um ciclo
Surreal de energia,
Que sem explicações não existe.
Ou existe tanto que não existe.
Os dias, os ventos, as descobertas
E os fins, que são mais começos
Do que fins em suas formas.
E suas formas não são formas,
Porque são fins,
E realmente fins não precisam de formas.
.