De perto, no quarto, minh'alma adormece.
Suspiros sentidos, olhares trocados,
tudo perdido e nosso amor inventado.
Eu rego sua planta,
esperanças me batem.
Procuro uma sombra,
enquanto seu sol não me invade.
Volta logo,
que a planta anda triste.
Demora não,
que resta pouco desse amor
que em mim ainda existe.