No hay loco como yo.
No hay herramientas para eso.
Yo prefiero mi sombra a tu sombra.
Mi muerte a tu vida,
mi dolor a tu amor,
nada a nadie.
Sin ti soy la página opuesta
de muchos de estos libros
que yo nunca he escrito.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Pseudo-chuva.
As lavadeiras correm para o pátio,
o porteiro fecha as janelas,
o vizinho resolve guardar o carro,
e eu fico escrevendo e descrevendo.
Os trovoes anunciam sonoramente,
os relâmpagos visualmente.
O vento na pele incide,
que eh hora de entrar.
Pela janela pingos já caem,
na luz do poste refletem,
a imensidão da noite
perdida nesse albergue.
Nem sequer mais um segundo
e tudo volta para o seu lugar.
Tudo estático e gotejado.
Era apenas um alarme falsificado.
o porteiro fecha as janelas,
o vizinho resolve guardar o carro,
e eu fico escrevendo e descrevendo.
Os trovoes anunciam sonoramente,
os relâmpagos visualmente.
O vento na pele incide,
que eh hora de entrar.
Pela janela pingos já caem,
na luz do poste refletem,
a imensidão da noite
perdida nesse albergue.
Nem sequer mais um segundo
e tudo volta para o seu lugar.
Tudo estático e gotejado.
Era apenas um alarme falsificado.
domingo, 27 de setembro de 2009
Seus botões II
Não quero um pouco de sentimento,
não quero apagar esse tormento,
quero sentir seus botões
apregoados em minhas razoes.
Não quero um pouco de acalento,
não quero sumir com esse desalento,
quero pregar em seus olhos,
esses tantos imbróglios
que eu criei sem suspensórios.
Não sei o que quero,
nem sei o que espero.
Fico em cá sem botões.
não quero apagar esse tormento,
quero sentir seus botões
apregoados em minhas razoes.
Não quero um pouco de acalento,
não quero sumir com esse desalento,
quero pregar em seus olhos,
esses tantos imbróglios
que eu criei sem suspensórios.
Não sei o que quero,
nem sei o que espero.
Fico em cá sem botões.
sábado, 26 de setembro de 2009
Seus botões I
Quero um pouco de sentimento,
um pouco de acalento,
um pouco de agradecimento.
Não sou de dizer,
não sou de calar.
Sou de sentir.
E o que eu sinto,
não deveria existir.
E o que eu penso,
não deveria sentir.
Te desejo calma,
te espero lenta
com o corpo nessa tormenta.
Não tenho razões
para tantas abreviações,
fico eu ca com seus botões.
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