sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Nada pra fazer, tudo pra sonhar.

Tirei os sapatos,
deitei no sofá como quem nada quer.
Como quem tem nada pra fazer.
Escolhi algumas revistas,
algumas imagens,
alguns sonhos.
Tirei as meias,
e o chão gelado frio e calculista,
me disse que nada faria diferença.
Recoloquei as meias,
redeitei no sofá como quem tudo quer.
Como quem tudo tem pra fazer.
Escolhi algumas revistas,
algumas imagens,
todos os sonhos.

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