Ao ritmo dos versos e das alienações
Em mim deu o hábito de escrever.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Por-do-sol.
Como uma vida que me atrai,
deitar ao vento num por de sol finito
contar estrelas dum amor restrito.
Como uma causa que me desfaz,
comer teus olhos e nunca mais
deixar que eles sejam apenas sinais.
Um comentário:
Anônimo
22 de novembro de 2010 às 14:47
muito bom!!!!!
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muito bom!!!!!
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