quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Dois.

Acordou sem abrir sequer os olhos.
A profundidade do sentimento
nao mediu a capacidade do orgulho.

Ela vagou desconfianças
no seu próprio inconsciente.
Queria ser transparente.

Sonhou com o fim do mundo.
Acreditou em mentiras soberbas.
Quis entender e fazer tudo,
e acabou sem nenhuma defesa.

Segurando nos olhos a palavra,
juntou as maos e escorreu o suor.
Escondeu do espelho a lágrima
e se rendeu ao que antes era só.

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