Alguns problemas,
Alguns dilemas,
Tudo se resolve,
Quando ao ar,
Grito seu nome.
E sem ninguém me perceber,
Toda aquela angustia
Transformou-se em amor por você.
Se ao menos respondesse,
Se seu olhar resolvesse!
Se todos seus pelos,
Contassem meus segredos,
De nada resolveria meus apelos!
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Depois de ontem.
O céu de hoje,
a noite de ontem.
Eu de hoje,
você de ontem.
Tudo de hoje,
nada de ontem.
Sentimento de hoje,
impulso de ontem.
Silêncio de hoje,
sussurros de ontem.
Eu de ontem,
Você de agora.
a noite de ontem.
Eu de hoje,
você de ontem.
Tudo de hoje,
nada de ontem.
Sentimento de hoje,
impulso de ontem.
Silêncio de hoje,
sussurros de ontem.
Eu de ontem,
Você de agora.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Nenhum mal
Se perdemos o bonde,
Se jogamos errado,
Que mal há em culpar o tempo?
Se nossas mãos se encaixaram,
Se nossos pés se esfregaram,
Que mal há em voltar?
Ah, se os amantes se amaram,
E loucos trafegaram,
Pelo chão se esmiuçaram,
Que mal há em aparecer?
Se os lábios se beijaram,
E aos céus com as mãos tocaram,
Que mal há em voar?
Se os lençóis nos procuraram,
Se as nossas meias se entrelaçaram,
Que mal há em retroceder?
Se nos perdemos ao amanhecer,
Se os seus risos ao me ensurdecer,
Foram fracos até morrer,
Que mal há em desdizer?
Se tudo culmina pra você,
E tudo fundiu um prazer,
Que mal há em querer?
Se jogamos errado,
Que mal há em culpar o tempo?
Se nossas mãos se encaixaram,
Se nossos pés se esfregaram,
Que mal há em voltar?
Ah, se os amantes se amaram,
E loucos trafegaram,
Pelo chão se esmiuçaram,
Que mal há em aparecer?
Se os lábios se beijaram,
E aos céus com as mãos tocaram,
Que mal há em voar?
Se os lençóis nos procuraram,
Se as nossas meias se entrelaçaram,
Que mal há em retroceder?
Se nos perdemos ao amanhecer,
Se os seus risos ao me ensurdecer,
Foram fracos até morrer,
Que mal há em desdizer?
Se tudo culmina pra você,
E tudo fundiu um prazer,
Que mal há em querer?
Arranha-'seus'
Arranha seus botões,
divide seus vergões,
discute se no céu
um novo véu
se descobriu.
Arranha meus botões,
divide meus vergões.
Discute se no meu
um novo mel
te proibiu.
Arranhe todo o céu,
bifurque todo o amor.
Descubra se no rio,
um novo fio,
me puxou.
Esses arranha-céus,
arranham meu amor,
descobrem toda a cor,
Dividem meu pudor,
proibindo toda a dor,
que um dia foi rancor.
divide seus vergões,
discute se no céu
um novo véu
se descobriu.
Arranha meus botões,
divide meus vergões.
Discute se no meu
um novo mel
te proibiu.
Arranhe todo o céu,
bifurque todo o amor.
Descubra se no rio,
um novo fio,
me puxou.
Esses arranha-céus,
arranham meu amor,
descobrem toda a cor,
Dividem meu pudor,
proibindo toda a dor,
que um dia foi rancor.
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