Três e trinta e tantas.
Tantas torturas,
tantas tonturas,
tantas ternuras.
Não vou me abalando
com os ponteiros do relógio,
que distam meu topo
de um todo tortuoso.
Quatro e quarenta e quantas.
Quantas guerrilhas,
quantas quadrilhas,
quantas guaritas.
Não, vou me abalando.
Esses ponteiros quentes,
queimam minha mente.
Quarenta passos inconseqüentes.
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