sábado, 24 de outubro de 2009

Tudo que me resta.

Noites banais,
nada mais que surreais.
Tenho ainda dois anos,
para escrever meus enganos.
Se não sou poetisa,
estou poetando.
Acabando e lapidando,
meus dois últimos anos.
Farinha do mesmo saco,
pensamento no mesmo passo,
todo adolescente escreve,
até que a vida os leve,
seus 19 anos breves.
Se não estou poetando,
estou dissipando.
O poeta conversa com a poesia,
descobrindo a melodia,
da noite mais fria.
Se não estou dissipando,
estou recomendando.
Escreva aos 19 anos,
amar, chorar, cantar.
Se não vingar,
agradeça por tentar.

Um comentário:

  1. guria...eu sou engenheiro não entendo de letras, mas você escreve bem...kem sabe você não será uma empresária tanbém? =)
    bjO!

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qualé?