Ela sozinha caminha,
feito uma onda.
Vai e vem,
vem e vai.
Tudo estático e programado.
Ela sozinha conquista,
feito uma onda,
vai e não vem,
vem e não vai.
Tudo confuso e estruturado.
Ela sozinha suspira,
feito um relógio,
tic e tac,
tac e tic.
Ela sozinha conspira.
É que cada dia parece
uma montanha para escalar.
E se ela chegar,
pode apostar,
ninguém tira ela de lá.
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