Negra Fulô anda triste.
Cabisbaixa pela casa.
E a peça roubada,
apareceu pela sala.
E Negra Fulô,
onde é que tá seu sinhô?
Foi ter com ele Fulô?
E o filho do ventre,
é do sinhô, Negra Fulô?
Qual o nome do coitado?
Celestino ou Bernardo?
Quanto tempo, Fulô,
só pode ser caô.
O filho é branco,
e o seu amor um engano.
Só pode ser xingo.
A tal da Negra Fulô,
da janela 'pulo'.
Pela primeira vez na vida,
agora é de cima,
que Fulô vê o sinhô.
Que sorte, Negra Fulô.
Que sorte.
A vida disse xô,
xô Negra fulô, xô.
ps: para compreender, rs. http://www.revista.agulha.nom.br/jorge.html
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