Era uma vez
uma roseira sem rosa
roçando rigores,
para outros rancores.
Buscou resolver
seu problema freguês,
choveu em si mesma,
rindo, talvez.
Sem sol amanheceu,
sem agua secou.
Sua alma ferveu,
triste de rancor.
Retratou o momento,
recuperou advindo,
com um riso divino,
e um rito intervindo.
Sem rubrica anoiteceu,
purificando o solo seu.
Morreu sem temor.
Foi-se uma roseira sem flor.
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